O primo e assessor do cantor Leonardo, Nilton Rodrigues da Silva, conhecido como Passim, que morreu aos 60 anos com disparos de arma de fogo em um dos quartos na fazenda do sertanejo em Jussara, no Goiás, atirou em si mesmo acidentalmente, concluiu a Polícia Civil.
Nesta quarta-feira (28), o delegado responsável pelo caso, Gilvan Borges, informou que ninguém foi indiciado e que sugeriu o arquivamento do caso ao Ministério Público.
"Concluímos que foi morte por disparo acidental de arma de fogo em que ele atirou em si próprio. Nesse caso, ninguém que estava no local é indiciado. O laudo da balística ainda não ficou pronto, mas finalizei a investigação com o laudo do local do crime, que apontou a causa da morte como acidental", afirmou.
Passim morreu no dia 4 de março, na fazenda de Leonardo, chamada Talismã. Na ocasião, o cantor estava em outro aposento. A morte de Passim aconteceu durante a madrugada, e o cantor deu falta do amigo no horário do almoço, por volta de meio-dia.
O quarto onde ele estava precisou ser arrombado.
A arma que matou Passim, uma Glock 380, não tem registro e pertencia à vítima, conforme o delegado. "A arma não é registrada, ou seja, não está no nome de ninguém. A arma era dele, mas não estava registrada. Ele não tinha uma função específica para usar arma, era para defesa pessoal", afirmou o delegado.


