Início Famosos & TV Pen drive deixado por Marília Mendonça vira alvo de disputa
Famosos & TV

Pen drive deixado por Marília Mendonça vira alvo de disputa

Pen drive deixado por Marília Mendonça vira alvo de disputa
Pen drive deixado por Marília Mendonça vira alvo de disputa

Após a morte de Marília Mendonça em 2021, seu legado segue em evidência não apenas pelos recordes alcançados nas plataformas digitais, mas também pelo acervo de materiais inéditos que a artista deixou para trás. Entre esses registros, um objeto específico se tornou o centro das atenções e de disputas: um pen drive com dezenas de gravações exclusivas.

O dispositivo foi organizado por Juliano Soares, o Tchula, melhor amigo e principal parceiro de composição de Marília. Segundo Wander Oliveira, empresário e fundador da Workshow, o pen drive guarda entre 100 e 110 arquivos, que incluem ideias de músicas, registros em voz e violão e interpretações da cantora de composições próprias e de outros artistas.

Para Wander, o conteúdo tem valor sentimental e histórico: "Eu não achava que deveria ser meu ou de qualquer pessoa, que não fosse o Léo, o que tem nesse pen drive. Para mim, o pen drive pertence ao Léo. Eu gostaria que, no momento em que ele tivesse entendimento, fosse entregue para ele, para fazer o que quiser. Isso é a história da mãe dele", disse ele ao G1.

O empresário afirmou ter doado sua parte nos direitos sobre os arquivos ao espólio de Marília, que será administrado pelo filho da cantora, Léo, quando completar 18 anos. No entanto, ele revelou que houve divergências:
"Então, ficou entendido que os meus 50% seriam doados para o espólio. Mas, duas semanas depois, o advogado da família estava na Som Livre negociando o pen drive."

O advogado da família, Robson Cunha, confirma que há conversas com a gravadora para aproveitar esse material, mas reforça que, por contrato assinado em 2019, tudo o que Marília produziu em vida já pertence à Som Livre.

No momento, entretanto, as negociações estão suspensas. Segundo Cunha, isso ocorre porque o cantor Murilo Huff — pai de Léo e responsável legal pelos contratos que envolvem o menino — ainda não assinou os documentos necessários: "O Murilo obrigatoriamente precisa assinar todos os contratos que envolvem o Léo, o que ainda não aconteceu. Mas eu acredito que em breve deve acontecer, e aí nós teremos novos lançamentos da Marília."

Assim, enquanto parte do acervo da cantora já chegou ao público em trabalhos como “Decretos Reais”, lançado a partir de lives gravadas em 2021, o destino do pen drive com mais de cem registros inéditos segue indefinido.

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?