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Necropsia dirá se Seymour Hoffman morreu de overdose

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©afp.com / STAN HONDA - Polícia de Nova York deixa o apartamento de Philip Seymour Hoffman, em 2 de fevereiro de 2014

Nova York (AFP) - Hoffman foi encontrado no chão do banheiro do seu apartamento, em West Village, com uma seringa no braço, vestido de bermuda e camiseta. Perto dele havia dois envelopes que supostamente continham heroína, e outros vazios, segundo fontes policiais e da imprensa local.

O corpo do ator foi levado para o necrotério do Escritório de Medicina Forense de Nova York, no domingo à noite. Os resultados da necropsia podem levar alguns dias para serem divulgados.

A Polícia não encontrou pílulas no apartamento de Hoffman, nem indícios de que ele teria consumido álcool.

No entanto, era conhecido que o ator estava passando por um momento pessoal ruim, e tinha voltado a usar drogas recentemente, principalmente heroína.

Em maio de 2013, Hoffman passou dez dias em um centro de reabilitação para tentar se livrar do vicío.

Depois de revistar a casa de maneira minuciosa, a polícia teria encontrado mais de 50 envelopes com uma substância que seria heroína, segundo informações do canal CNN.

Hoffman, um dos atores mais respeitados de Hollywood, com mais de 20 anos de carreira, separou-se recentemente de sua esposa, a estilista Mimi O'Donnell, mãe de seus três filhos, segundo o jornal “Daily News”.


©afp.com / Gabriel Bouys -O ator americano Philip Seymour Hoffman é fotografado na exibição do filme 'O Mestre', durante o 69º Festival de Veneza, em setembro de 2012

A Polícia usava seu celular, entre outras fontes, para tentar determinar os últimos passos do ator e saber quais foram as últimas pessoas que estiveram com ele.

Além disso, seguindo a hipótese de uma morte por overdose, buscava a origem das drogas.

Com aproximadamente 50 filmes em sua trajetória, Hoffman era muito querido e respeitado por seus colegas, principalmente pelas escolhas minuciosas de papéis. Ele trabalhou tanto em filmes de grandes estúdios como em produções independentes.

Em 2006, ganhou o Oscar de melhor ator por “Capote”, interpretando o escritor homônimo. Recebeu outras três indicações por ator coadjuvante, em “Jogos de Poder” (2008), “Dúvida” (2009) e “O Mestre” (2013).

Apesar de sua carreira de destaque, o ator mantinha um perfil reservado. Sua família publicou uma carta em que diz estar devastada e agradece o apoio recebido.

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