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Mulher que chamou entregador de macaco agride repórter da Globo

Mulher que chamou entregador de macaco agride repórter da Globo
Mulher que chamou entregador de macaco agride repórter da Globo

A defensora pública aposentada Cláudia Alvari Barrozo, que foi filmada chamando um entregador de "macaco", agrediu o repórter Erick Rianelli, da TV Globo, após ele filmar sua saída da audiência no caso de racismo, em Niterói.

​A mulher e a filha atacaram o jornalista para impedi-lo de fazer a cobertura do caso.  A filha foi quem começou o ataque, derrubando o aparelho celular da mão do repórter e gritando "Não pode filmar". Claudia se aproxima de forma agressiva para impedir a filmagem e em certo momento tenta chutar o repórter, mas não consegue atingi-lo. Ela permanece de rosto coberto até sair do local.

O ato de racismo aconteceu em maio, em Niterói, quando a aposentada se irritou com o posicionamento de um veículo de entrega usado por dois entregadores, xingando um deles de "macaco". Ela chegou a assinar um acordo com o MP admitindo e pedindo desculpas pelas ofensas mas cinco meses depois mudou a versão dos fatos e acusou os entregadores de fazerem várias ofensas sexuais e sexistas naquele dia, como "gostosona" para a sua filha e "vaca do inferno" para ela além de outros palavrões. A defesa dos trabalhadores afirma que a nova versão foi inventada porque Claudia jamais havia mencionado que foi agredida.

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