A estudante Aline Vargas está acusado produtores do Big Brother Brasil de assédio sexual durante uma conversa para tratar da seletiva para o programa. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Em entrevista ao Balanço Geral, a mulher afirmou que recebeu o contato do profissional, e no decorrer do bate-papo, ele pediu para mandar fotos íntimas em troca de ser aprovada na seletiva para participar do reality show. "Dentro de uma longa conversa, ele me pede uma foto pelada, um nude. Tenho todas as provas possíveis, tenho prints autenticados pela Justiça. Agora, nesse momento, estou mexendo com um tubarão, o programa que o Brasil abraça e ama", afirmou.
A jovem já tinha tentado participar do BBB em 2020, tendo passado em algumas etapas da seletiva, mas não conseguiu entrar naquela edição. Meses depois, teria recebido uma mensagem do produtor via redes sociais. "Não desconfiei, pois o BBB também tem os famosos olheiros. Então, para mim, ele estava no papel de olheiro. Em meados de janeiro, que ele me chamou, disse que ia me acompanhar para entrar no BBB22. Fiquei em estado de choque, mesmo. heguei a ficar branca, estava com o meu marido ao lado", disse ela, relatando o pedido de nude do produtor global.
Ela contou, ainda, como recebeu o ‘não’ do funcionário para dar continuidade à seletiva. "Você tem poucas chances. Você é casada, não é um perfil que agrada. Porém, tudo é possível, boa sorte".
Em nota, a TV Globo informou que o tal funcionário não trabalha mais na emissora. "Como você sabe, a Globo não comenta questões relacionadas a Compliance, mas o colaborador em questão não está mais na empresa. Aproveitamos para reiterar que temos um Código de Ética, que deve ser seguido por todos nossos colaboradores, e uma ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação ao Código. Todo relato é apurado criteriosamente assim que a empresa toma conhecimento e as medidas necessárias são adotadas.", disse à coluna Na Telinha, do Uol.



