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Marinalva posa sensual e fala sobre expulsão de Marcos: 'foi até tardia'

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Marinalva posa sensual e fala sobre expulsão de Marcos: 'foi até tardia'
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Marinalva seguiu o passo dos BBBs eliminados e posou sensual para o Paparazzo. Enquanto o ensaio completo não é divulgado, a paratleta falou sobre a expulsão de Marcos e revelou que já foi vítima de violência doméstica, na época em que era casada com o pai de seus dois filhos mais velhos. 

"Acho que foi certa e até tardia a expulsão dele. O Marcos tinha uma conduta excessiva, estava surtando mesmo. Quando estava frente a frente com ele, eu não tinha uma postura mais incisiva porque acreditava que ele podia me dar um soco na cara", conta.

"Já sofri violência doméstica, tanto que me coloquei no lugar da Emilly quando a vi acuada, me senti ali como mulher. Ter sofrido esse tipo de violência me tornou tão forte a ponto de não me intimidar, mas é lógico que fico assustada quando presencio alguma coisa grave. Quando o Marcos colocou o dedo na minha cara, estava com medo, mas sabia como manter uma postura e não falei mais coisas com ele para preservar minha integridade física".

Sobre o fato de nunca ter comentado o caso de violência doméstica que sofreu, Marinalva explica que foi para preservar sua família.  "E até mesmo meu ex-marido porque isso não me interessa mais, não me magoa mais, só me torna mais forte. Mas, pensando melhor, pode ser bom tocar nesse assunto, sim, porque faz parte da minha história. É uma confusão de sentimentos. Como que uma pessoa que diz que te ama, te agride?".

A paratleta tomou uma decisão e pôs um fim ao casamento. Ela se mudou de Mato Grosso do Sul para São Paulo.  "Eu ia com meus filhos para a casa dela [de sua mãe], mas ele ia atrás e entrava com tudo. Acabei me prendendo a uma relação por não achar uma saíde, até que um dia eu dei um basta naquilo. Fugi, deixei tudo, só levei meus filhos", 

"Entendi que meus filhos estavam sofrendo com aquele terror... Eu, sendo adulta, estava daquele jeito. Imagina como não estava a cabeça deles? Era minha responsabilidade fazer algo. Era matar, morrer, correr ou fugir. Esse último foi o meu caso e foi a melhor coisa que fiz. Poderia ter sido uma vítima fatal de violência doméstica ou poderia ter causado a destruição de outra pessoa".

Sobre a relação dos filhos com o ex-marido, ela diz: "Pedro, que era o mais novo, lembra dele no aniversário e liga. O Robert, que passou por tudo mais velho, não fala mal do pai, mas não quer desenvolver um relacionamento. Ele sempre diz que sabe exatamente o que aconteceu. Talvez, no futuro, isso acontença".

"As pessoas amadurecem e espero que meu ex-marido tenha amadurecido. Tanto que ele fala que me perdeu e que não tem mulher igual a mim. Ele nunca foi condenado porque, quando ele ia preso, eu chegava à delegacia para depor e era discriminada. Fui discriminada por uma mulher! Ela me disse: 'Ah, mas você também não fica quieta, né?'. Isso foi dito para mim por uma mulher. Fui lá para tentar resolver um problema que estava passando e saí pior do que estava me sentindo".

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