Após Jô ter rebatido a irmã, Eliza de Assis, após ela acusá-lo de se vingar dos pais por terem conhecido o filho que ele rejeitou com Maiára Quiderolly, a mãe do jogador, Tânia de Assis, de 68 anos, se manifestou sobre a situação.
Em uma longa entrevista à revista Quem, Tânia desmentiu Jô e disse que ele prometeu se vingar dela e do pai após os dois conhecerem o neto, João Gabriel, além de revelar que o filho tem sido muito ausente na família.
"Alguém ficou sabendo que fui conhecer [o João Gabriel], não sei como chegou para o Jô. Depois a Maiára veio para São Paulo e foi para o meu apartamento na praia. Não tiramos fotos lá, mas ela tirou uma foto com um rapaz que é da igreja. E quem mandou a foto para o Jô conhecia ele", disse.
"Depois disso, ele me mandou uma mensagem: 'vocês colocaram essa Fulana dentro do apartamento que eu dei, então agora vocês vão ver o castigo que terão!' Mas se ele falasse para mim: 'mãe, você foi errada'. Eu podia falar: 'estou errada'. Mas ele e a Cláudia [Silva, mulher de Jô] estavam separados há quase quatro meses", acrescentou dona Tânia.
A situação veio à tona após a irmã de Jô, Eliza, afirmar que ele diminuiu consideravelmente a ajuda que dava aos pais após saber que os dois conheceram o neto, que foi o seu sexto filho fora do casamento. Ao rebater a irmã, Jô a chamou de 'mau caráter e manipuladora' e fez várias acusações.
Ao saber das palavras do filho, dona Tânia afirmou: "Já imaginava que ele ia fazer isso. Para dizer a verdade, acho que essas palavras todas que ele falou nem foi ele. Porque ele não tem cabeça para isso." [...] "Ele é meu filho. E quem é mãe dá a vida pelos filhos. Sempre vou ficar do lado certo. [...] Quem estiver certo estou do lado. Se estiver errado, eu mesma vou corrigir. A Eliza deu trabalho com negócio de namorado, mas nunca me deu problema. Ela não é mau-caráter. Ela sempre trabalhou. Temos que falar a verdade..".
Atrasos nas ajudas --- Dona Tânia ainda afirmou que o filho não é presente em suas vidas, embora tenha admitido que não é a primeira vez que Jô atrasa os pagamentos a eles: "Esse negócio de ele demorar a dar o dinheiro não é de agora. Vem desde que ele saiu do Corinthians. [...] Depois foi piorando. A gente tentava falar com ele e ele não atendia. Eu moro aqui há 12 anos [no Tatuapé, zona leste de SP]. Pode mandar perguntar a quem quiser: 'quantas vezes vocês viram o Jô aqui?'".
"Nós não podemos falar que o Jô não nos ajudou. Se temos alguma coisa hoje, é graças a ele. Mas é o que eu sempre falo: se não fosse minha filha me dar uma força de cuidar da casa e dele para eu trabalhar, ele não tinha chegado onde chegou. Porque vários amigos dele que jogavam na época com ele pararam no meio do caminho, porque não tiveram ninguém para dar suporte. E a Eliza e a Elaine me ajudavam. Se não fosse por elas, eu não podia trabalhar. E ele não ia conseguir jogar. Porque eu levava ele para os treinos.".
Pais saíram do emprego por promessa do filho - "Ele [Jô] me fez sair do serviço que eu trabalhava. Na época que ele me falou para sair do trabalho, eu já estava nele há 18 anos. Ele foi criado nessa casa. Eu ganhei ele trabalhando. E quando ele completou 16 anos e passou para o profissional, ele me chamou, sentou e falou: 'vocês não precisam trabalhar mais. Você vai sair do serviço e meu pai vai parar de trabalhar de táxi'.".
Parente distante - " Sempre aconteceu isso, sempre. O Jô sempre foi desse jeito. Minha sogra morreu vai fazer dois anos. Ele nem perguntou como a avó morreu. Ele não vai na casa de ninguém da família. Desde que ele casou, ele se afastou de um jeito que minhas irmãs e irmãos falam que nem acham que ele é parente, que é um sobrinho. A mulher dele afastou ele, sem dúvida.".
Despesas - Dona Tânia afirma que o filho contribuía inicialmente com R$ 9 mil para os pais, mas que a ajuda foi diminuindo e no mês passado, ele mandou apenas R$ 3 mil. Ela rebateu a afirmação de Jô, que disse que o dinheiro que ele dá poderia sustentar três famílias. Além disso, o casal tem muitos gastos com a saúde do pai, e ainda com condomínio caro.
"Quem mandou eu vender o apartamento uns três anos atrás foi ele. Eu tenho vontade de sair daqui [...] Não tem necessidade de eu pagar um condomínio supercaro se eu posso comprar um sobradinho de dois dormitórios e viver com meu marido".
Recado --- "Acho que ele tem que parar, pensar e refletir sobre o que ele faz. [...] Eu amo meu filho. Eu gostaria de ver o Jô uns dois domingos por mês: 'ah, mãe, eu vou almoçar aí com a minha esposa e meus filhos'. Nunca aconteceu isso. Sinto muita falta dele."



