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Influenciador Ivan Baron denuncia ataque capacitista de Leo Lins em stand-up

Influenciador Ivan Baron denuncia ataque capacitista de Leo Lins em stand-up
Influenciador Ivan Baron denuncia ataque capacitista de Leo Lins em stand-up

O influenciador e militante PcD Ivan Baron denunciou nesta segunda-feira (18) as piadas capacitistas feitas por Leo Lins contra ele, e registrou um Boletim de Ocorrência.

Em seu stand-up comedy, Leo Lins comentou a ação judicial em que será julgado por falas preconceituosas contra pessoas com deficiências, direcionadas a Ivan, e em seguida fez outros comentários preconceituosos sobre o influenciador ter subido a rampa de Lula no dia da posse, sendo uma das pessoas a representar o povo brasileiro e a passar a faixa para o presidente na cerimônia. 

"Um tempo atrás veio um processo grande que eu tô passando, que quem foi responsável por isso foi um militante lá, que foi o que subiu a rampa com o Lula [imita debochadamente uma pessoa com paralisia cerebral", disse Lins.

"Quando o Lula tomou posse e botou os power ranger, subiu o azul, o vermelho, o azul e o rosa, o índio, o cachorro. E aí ele que me fez a denúncia", completou.

O influenciador se pronunciou nas redes sociais: . "Infelizmente preciso vir aqui nas redes sociais expor mais um ataque CAPACITISTA que eu sofri de autoria do Léo Lins. Chegou até a mim um vídeo em que o humorista durante o seu show de standup se refere a minha pessoa de maneira extremamente ofensiva".

"Assistindo ao conteúdo foi impossível não sofrer, relembrando vários gatilhos que precisei passar durante todo o processo de aceitação da minha deficiência (paralisia cerebral) e me senti, mais uma vez, humilhado por uma pessoa que não teme as consequências que a suposta 'piadinha' pode causar na vida do outro", disse ele no desabafo. 

"Até quando quem não pertence a um padrão de linguagem e expressão terá que sofrer refém desse tipo de violência? Nós pessoas com deficiência queremos ser livres, parar de temer por sermos diferentes!", completou Baron.

"Esses atos são criminosos e não podem mais ser tolerados nos tempos em que vivemos, principalmente quando nos propomos a lutar por uma sociedade mais inclusiva e aberta para diversidade", finalizou Ivan.

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