A influencer Sthefanny Carvalho e o namorado dela, MC Kevin, se explicaram nesta quarta-feira (3) após preocuparem familiares e amigos ao desaparecerem no Chile desde o último dia 31.
"Estamos aqui pra falar o que verdadeiramente aconteceu. A gente não tá aqui pra fantasiar em nada, a gente só veio fazer esse vídeo por que nunca imaginou uma proporção desse tamanho", começou a influenciadora.
"Teve um pessoal da imprensa do Chile que bateu aqui na porta do apartamento que gente tá hospedado e foi aí que a gente teve a notícia que a gente estava dado como desaparecido no Brasil", acrescentou o funkeiro.
"O que, resumidamente aconteceu foi que a gente foi pra festa de Ano Novo, na Cordilheira dos Andes. Sinal nenhum, wifi nenhum. Era no topo da Cordilheira dos Andes. Tinha bastante brasileiro, a gente curtiu a festa, ok, e em seguida a gente voltou pro apartamento que a gente está hospedado", continuou Kelvin.
Ao voltarem da festa, os dois quase perderam o celular que estsava no bolso do funkeiro, e foram alertados por uma mulher. "Nisso, uma mulher falou: 'Ó, esqueceram do celular'. Deixei o celular cair na van, peguei o celular e a Sthefanny colocou na bolsa. A gente não sabe ao certo se foi um furto ou se de repente a gente perdeu a bolsa ou se pegaram a bolsa por que a gente estava com tanta coisa na cabeça, é uma das opções. Tendo essa dúvida em mente a gente não sabia se ia na delegacia", explicou.
"A gente foi comprar outro celular, mas não estava com pesos [moeda local do Chile]. Fomos na casa de câmbio e estava tudo fechado. A gente não conseguiu contato com ninguém", disse Kelvin.
Ele afirmou que o casal não pediu o celular de ninguém emprestado porque as pessoas sempre demonstravam medo deles em todo o lugar que iam. "Essa é a questão. Medo, de repente, pela questão de ser brasileiro, de ser negro, isso é uma realidade do que estava acontecendo".
"Dia primeiro, como a gente vai comprar um celular sem dinheiro? A gente ficou sem dinheiro, teve que ir na casa de câmbio e graças a deus a gente tinha 116 mil pesos aqui pra conseguir comprar um celular e comunicar a nossa família".
"Muita gente comentou que a gente estava fazendo isso por biscoito por like. A gente nem sabia do que estava acontecendo, não foi proposital pra sair em página de fofoca. A gente precisa fazer um marketing desse, fazendo nossas mães chorando pra ganhar curtida?", desabafou Kelvin.



