O fundo de investimentos GAD, especializado em direitos creditórios, entrou com pedido na Justiça de São Paulo para o arresto — medida judicial que apreende judicialmente um bem — de imóveis e veículos do ex-jogador Daniel Alves no Brasil. A medida busca garantir o pagamento de uma dívida de R$ 7,7 milhões. A informação é do colunista Pedro Lopes, do Uol.
Segundo o processo, o valor é referente a um acordo firmado em setembro de 2022. Na ocasião, o fundo pagou R$ 11,5 milhões à vista a Daniel e, em contrapartida, passou a ter direito às parcelas futuras do acordo de rescisão do atleta com o São Paulo, que somavam cerca de R$ 19,8 milhões, com pagamentos previstos até janeiro de 2027.
De acordo com o GAD, Daniel deixou de repassar os valores a partir de 2023, após ser preso na Espanha. O fundo tentou receber diretamente do São Paulo, mas parte das parcelas do acordo foi penhorada em ações judiciais movidas por Dinorah Santana, ex-mulher do ex-jogador, para pagamento de pensão alimentícia dos filhos.
Daniel Alves possui ao menos três imóveis no país e, até o momento, sem penhoras.


