A 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve, por unanimidade, a absolvição do arquiteto Felipe Prior em ação que investigava uma acusação de estupro durante os jogos universitários InterFAU, ocorridos em 2018. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (25), reforça que não houve comprovação de responsabilidade criminal no episódio, embora ainda caiba recurso. A ação tramita sob segredo de Justiça.
Desde que as acusações vieram à tona, Prior afirmou que a relação foi consensual. O escritório Kehdi Vieira Advogados, que representa o ex-BBB, não comentou o andamento do processo. A repercussão nacional das denúncias se intensificou em 2020, após a participação do arquiteto na 20ª edição do “Big Brother Brasil”, quando seu nome se tornou um dos mais comentados do reality show.
O caso de 2018 é apenas um dos desdobramentos da situação jurídica de Prior. Em janeiro deste ano, o Superior Tribunal de Justiça manteve uma condenação de oito anos de prisão, em regime inicial semiaberto, referente a um episódio de 2014 na capital paulista. Já em dezembro de 2025, o TJ-SP reverteu outra condenação relacionada a um caso de 2015, em Votuporanga, absolvendo o arquiteto.
Atualmente, Felipe Prior ainda enfrenta uma terceira ação judicial que aguarda julgamento. Apesar das decisões anteriores, sua situação permanece em aberto, e os desdobramentos legais continuam sendo acompanhados pela imprensa e pelo público interessado no caso.

