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Fã do RBD tem ingresso destruído por ex após discussão: 'sente na pele que vai ser queimado'

Fã do RBD tem ingresso destruído por ex após discussão: 'sente na pele que vai ser queimado'
Fã do RBD tem ingresso destruído por ex após discussão: 'sente na pele que vai ser queimado'

Fã do RBD desde 2005, Ingrid Santos de Lima, de 25 anos, conseguiu comprar um ingresso para assistir ao show da banda em São Paulo, após dormir na fila da bilheteria e pagar R$ 850. Mas ela viu seu sonho destruído pelo ex-marido, que gravou um vídeo queimando o ingresso.

O caso é investigado pela polícia e já foi deferida uma medida protetiva contra o homem, com quem ela ficou por 7 anos, e que será alvo de um inquérito por ameaça, injúria e dano.  

Ingrid até batizou sua filha como Anahí, em homenagem à cantora do grupo.  “Apesar da força dos fãs que veio com a repercussão e das mensagens de apoio que recebi, estou destruída. Meu sonho acabou. Desde que soube, não dormi.", relatou.

Como aconteceu

Ingrid relatou que o ingresso estava guardado em um livro, que foi levado de sua casa pelo homem em uma das visitas, que ocorrem porque os dois têm um filho juntos. Ela e o ex tiveram uma discussão pelo WhatsApp, e Ingrid pediu que deixasse para lá. Ele resolveu, então, mandar um GIF com o ingresso sendo queimado. 

Segundo o G1, que confirmou a veracidade do ingresso queimado, fontes relataram que o relacionamento não era saudável e Ingrid foi uma criança negligenciada que cuidou dos irmãos. Ela se fantasiava de Mia Colucci e colecionava pôsteres da banda. Na escola, era conhecida como fá do Rebelde. 

​Na internet, já foi organizada uma vakinha para ajudar a moça a realizar seu sonho, já que a empresa que vende os ingressos não se responsabiliza por perda ou roubo. ​A jovem conta que chorou tanto que seu vizinho acordou, e explica o sentimento pela banda: "O RBD que me uniu com minhas amigas, temos uma amizade através da banda. Ele destruiu não só o meu sonho, mas o de todas nós."

Caso de polícia

Ingrid foi até uma Delegacia da Mulher e registrou boletim de ocorrência contra o ex. A delegada Francini Ibrahin explicou que a violência contra a mulher não se limita à agressão física. "Na situação dela, a ameaça e a injúria caracterizaram a violência moral".

​​“A medida protetiva dela já foi deferida. Vamos instaurar o inquérito policial por ameaça, injúria e dano. Em uma possível sentença, o juiz poderá fixar o valor mínimo para o dano material e dano moral. Ela poderá ainda, optar por ajuizar uma ação para a reparação dos danos em decorrência de o agressor ter queimado o ingresso. Aqui na DDM, todas as medidas de Polícia Judiciária foram adotadas e o devido acolhimento à vitima foi realizado”, explicou a delegada. 

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