Bia Miranda está no centro de uma disputa judicial após ser acionada pela FANFEVER, plataforma brasileira concorrente do OnlyFans. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 90 mil em bens da jovem, valor correspondente ao montante que ela teria recebido antecipadamente em um contrato publicitário de R$ 180 mil, firmado em dezembro de 2024.
Conforme os autos, o acordo previa cinco entregas principais: abertura de perfil na plataforma com conteúdo pago, postagens periódicas em suas redes sociais (Instagram, TikTok e X), criação de materiais audiovisuais de apelo sensual, participação no podcast NudeCast e uso de links de divulgação da marca.
A empresa alega que nenhuma dessas obrigações foi cumprida, apesar do pagamento inicial de metade do contrato. Ainda segundo a acusação, Bia teria usado a gravidez como justificativa informal para não seguir com as ações. Por isso, a FANFEVER solicita a devolução dos valores acrescida de juros e multa, elevando a cobrança para R$ 126 mil.
Na decisão proferida em 25 de julho de 2025, o magistrado entendeu que havia risco de que os recursos fossem dissipados, mas limitou a medida ao valor efetivamente pago. O despacho também frisou que o bloqueio não causa prejuízo irreparável, já que o dinheiro pode ser liberado à influenciadora caso a ação seja julgada improcedente.


