Roger Nores, amigo de Liam Payne, e dois funcionários do hotel onde o ator morreu, Martin e Grassi, foram inocentados da morte do ex-integrante do One Direction em Buenos Aires, em outubro do ano passado. Segundo a revista Rolling Stone, as acusações foram retiradas.
Já os funcionários Ezequiel Pereyra e Braian Paiz continuam presos, acusados de terem fornecido cocaína dois dias antes de sua morte, e caso declarado culpados, podem pegar até 15 anos de prisão.
Roger Nores, que era argentino, passou três dias acompanhando o ator, e o encontrou por 40 minutos antes de ele morrer. O homem era acusado de abandonar o ator à beira da morte e ser cúmplice no fornecimento de drogas ao amigo, que acabaram o levando à morte após pular da varanda do hotel durante um surto.
Os funcionários do hotel suspeitos de homicídio culposo, uma vez que não teriam agido após perceberem o ator caído no corredor do hotel antes de ele acabar pulando da varanda.
"É possível que, se ele tivesse permanecido com ele o tempo todo, [Payne] não tivesse obtido as drogas e o álcool nas quantidades necessárias para o estado de intoxicação que exibiu no momento de sua morte. Mas não se pode descartar que, mesmo que ele tivesse tomado essas precauções extremas… [Payne] teria conseguido obter as substâncias de qualquer forma, como é comum entre os dependentes, mesmo quando estão sob os cuidados amorosos de sua família", diz um trecho do processo.
"Apesar de acusarem Nores de não ter se comunicado e alertado a família da vítima, permaneceram em silêncio sobre o e-mail no qual o acusado expressou suas preocupações e avisou que não seria capaz de cuidar da saúde de Payne", continuou a nota.
O rapaz afirmou, após a sentença: "Feliz que isso finalmente acabou. Estou feliz por agora poder viajar ao Reino Unido e me despedir do meu amigo".



