O boletim de ocorrência lavrado pela Polícia Civil de São Paulo detalha formalmente a cronologia e os achados na cena da morte do atleta e influenciador Gabriel Ganley. Tecnicamente classificado sob a tipificação de "morte suspeita – morte súbita, sem causa determinante aparente", o documento policial norteia os passos iniciais da investigação criminal a partir dos seguintes elementos registrados:
O acionamento e a cronologia: Consta no relato que familiares perderam o contato com o atleta na quinta-feira (21). Na manhã de sábado (23), um amigo da vítima se deslocou ao apartamento na Mooca após o alerta da família. Por já ter presenciado episódios em que o influenciador apenas dormia profundamente, o homem decidiu averiguar e, ao notar as luzes acesas e não obter resposta, realizou o arrombamento da porta com o suporte da administração do condomínio.
O estado da cena e do corpo: O registro oficial aponta que o corpo foi localizado na cozinha, em decúbito (caído no chão). O documento descreve a presença de sangue na região facial e coloração avermelhada no rosto. Contudo, a autoridade policial enfatizou no texto que, em análise preliminar visual, não foram identificados sinais de violência física. O imóvel foi descrito como limpo e devidamente organizado.
As providências e apreensões: Conforme o B.O., o amigo declarou ter tocado na vítima apenas para verificar os sinais vitais, constatando a rigidez/frieza da pele antes de ligar para o 190. Diante dos fatos, a autoridade policial requisitou perícia técnica para o local e determinou a apreensão de diversos medicamentos encontrados no imóvel, qualificados preliminarmente como potenciais substâncias anabolizantes.
O caso segue formalmente em investigação pelo distrito policial responsável, aguardando a emissão dos laudos necroscópico e pericial do Instituto Médico Legal (IML) para a determinação jurídica da causa da morte.



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