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Atriz de 'Os Dias Eram Assim' deixa de sair à noite por magreza excessiva

Atriz de 'Os Dias Eram Assim' deixa de sair à noite por magreza excessiva
Atriz de 'Os Dias Eram Assim' deixa de sair à noite por magreza excessiva

Júlia Dalavia é daquelas atrizes que se doam mesmo ao personagem. Com apenas 19 anos, a atriz que já era magra perdeu 8 quilos para interpretar Nanda em "Os Dias Eram Assim", série da TV Globo.

Na trama, Nanda contrai o vírus da Aids e nos próximos capítulos apresentará os sintomas. O que o público verá será uma jovem esquelética, pálida e com feridas pelo corpo.

Mas a dedicação tem um preço: mesmo tendo emagrecido sob acompanhamento médico e com reposição de vitaminas, Julia ficou frágil e por conta disso, preferiu dar um tempo nas baladas para poupar o corpo. A atitude ajuda também a dar mais veracidade ao sofrimento da personagem.

"Eu gosto quando me vejo. Não vou para “night” porque é pesado, estou trabalhando muito, comendo pouco, não tenho energia para isso. Estou totalmente focada. Às vezes, bate um desespero, mas aí eu como um pouquinho e basta. O corpo aprende a viver com menos, fica mais preguiçoso. Isso é bom porque eu chego para gravar já com aquela moleza", explica.

A atriz conta ainda que já estava se reeducando antes de começar a perder mais peso, o que facilitou o processo de transformaçõ: "Em fevereiro, eu comecei a acertar minha alimentação e perder peso aos poucos, por isso não sofri tanto. Agora que estamos gravando essa sequência de ela definhar até a morte é que eu estou sendo mais rigorosa. Mas tenho saúde, e se tem uma hora que não é perigoso fazer isso, é agora.Tudo tem o seu tempo. Quando terminar a novela, eu volto a viver."

Além das aparências, a personagem trouxe conscientização para a jovem sobre as pessoas afetadas pelo HIV" "Trazer esse assunto à tona é uma responsabilidade muito grande, um alerta para a minha geração que trata a aids como doença crônica porque a gente não viu as pessoas morrerem. Não pensamos em doenças sexualmente transmissíveis porque achamos que são tratáveis. Mas não é assim. Os remédios têm efeitos colaterais. Essa doença ainda mata."

Com informações do jornal Extra.

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