Duas semanas da morte de Gal Costa, vítima de um infarto, uma polêmica surge sobre o sepultamento da artista que ocorreu em São Paulo. Amigos e fãs questionam o motivo da cantora não ter sido enterrada ao lado da mãe dela, no Rio de Janeiro.
O assunto foi abordado pelo amigo e ex-empresário de Gal Costa, Paulinho Lima. Na postagem ele relembrou que a artista comprou um jazigo no cemitério São João Batista no Rio de Janeiro quando a mãe faleceu. No local artistas como Carmen Miranda, Cazuza, Ary Barroso, Vinicius de Moraes, entre outros foram enterrados.
“Não é justo seja sepultada num jazigo que não é seu e que seja dificultada a chegada de seus fãs e amigos para homenagens e despedidas finais. Porque isso tudo está acontecendo? Quem deseja apagar e esconder essa pessoa amada por tantos? O que há por trás de tudo isso?”, escreveu Paulinho.
Nos comentários, os fãs começaram a cobrar explicações - principalmente da viúva da cantora, Wilma Petrillo, por não atender o deseja da cantora de ser enterrada ao lado da mãe. Horas depois da publicação, Wilma comentou a publicação do ex-empresário. “Paulo, você não sabe de nada”. E acrescentou: ‘Esse tal Paulo não convivia com Gal há mais de 40 anos" , respondeu.
Para completar a polêmica, Lúcia Veríssimo, ex-namorada e amiga pessoal de Gal Costa, foi mencionada na resposta de Wilma e respondeu. “Estou atenta. Pode deixar. Tudo a seu tempo. Tá difícil. Mas vamos seguindo no caminho certo. Confiem”, disse.


