O advogado Enio Murad, que defende Alexandre Corrêa, afirmou que a polícia arrombou com ‘abuso de poder’ a porta do apartamento de Alexandre em Perdizes, São Paulo, no momento em que realizou a busca e apreensão após Ana Hickmann entrar com uma medida protetiva de urgência.
O motivo da revista foi uma suposta arma não registrada com a qual o empresário andaria. "A polícia tinha um mandado de busca de uma arma, mas, quando tomamos ciência do mandado, estávamos na Delegacia de Itu, e nos colocamos à disposição para abrir o apartamento e acompanhar a busca da suposta arma", disse Enio à revista Quem.
"Mesmo tendo acesso ao apartamento, que nós não recusamos o acesso ao apartamento, ela [polícia] preferiu arrombar a porta. Mas o arrombamento só é possível quando a pessoa se recusa a abrir a porta. E arrombaram a porta com abuso de poder", afirmou.
Segundo Enio, o zelador do prédio foi autorizado a dar acesso à polícia. "E nós nos dispusemos -- eu como advogado -- e o Alexandre, a acompanhar a busca. Mas a polícia optou, estranhamente, pelo arrombamento. Certamente eles queriam dar um efeito sensacionalista à operação, um exagero, um excesso, e não encontraram arma de fogo nenhuma. Até porque o Alexandre não tem porte de arma nem posse de arma", alegou.
"O Alexandre foi revistado, o carro dele também. Destruíram duas portas do apartamento e reviraram o local. Tinha ordem judicial, mas consideramos um arrombamento invasivo e desnecessário. Ele não tem arma alguma, não foi encontrada arma, não existe arma, isso tudo é mentira, fake news", afirmou.
Mais cedo, Leo Dias afirmou que uma arma havia sido apreendida na casa de Alexandre.
Após o episódio, o empresário entrou com pedido de divórcio na Justiça contra Ana. Mas a apresentadora já tinha dado entrada no divórcio antes, na quarta-feira, quando entrou com a medida protetiva de urgência contra o então marido.


