
Momentos antes do primeiro jogo na Arena após a exclusão do Grêmio da Copa do Brasil e, sobretudo, depois das punições do clube à Geral. O clima foi de paz e a torcida organizada cumpriu a sua promessa de suspender a palavra “macaco” de cânticos. Nem palavrões "permitidos" foram ouvidos, numa atitude que a cúpula gremista, elogiosa, espera que vire rotina na casa tricolor. Um torcedor por nome Pablo, supervisor de tecnologia da informação, foi com um nariz de palhaço e boca tapada, realizou um pequeno protesto, sempre pacífico, quando questionado sobre o motivo da vestimenta, disparou contra o que chama de nova postura do futebol.
“Resolvi fazer um protesto pacífico. Querem transformar as novas arenas em teatro, em que você não pode ficar em pé e cantar, apenas observar o jogo” - reclamou.
A polêmica que envolveu alguns torcedores que acabaram flagrados hostilizando Aranha. O torcedor alega que o goleiro fez cera ao longo da partida e que os "cinco ou seis" não podem deixar o clube levar a pecha de time racista:
“O Aranha segurou o jogo todo. Fez muita cera. Vaiar ou criticar um adversário faz parte. A torcida não é racista. Quiseram pegar cinco ou seis e colocá-los junto com o Grêmio como bodes expiatórios”.
O Grêmio espera conseguir convencer o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a recolocá-lo na competição. O julgamento no Pleno está marcado para 19 de setembro.



