Nesta segunda pela manhã, parte dos brasileiros treinou em instalações indoor para fugir da chuva, casos de Fabiana Murer, Keila Costa e Anderson Henriques, entre outros. À tarde voltou a chover e fez novamente alguns atletas, como Duda e Caio Bonfim, treinarem em ginásio. "Nada que não seja resolvido", explicou o delegado técnico e superintendente de alto rendimento da CBAt, Antonio Carlos Gomes.
De acordo com a CBAt, os treinamentos são sempre em dois períodos e em locais diferentes. Os lançadores, por exemplo, têm um campo especialmente reservado para eles. Por isso, os médicos da seleção, fisioterapeutas e massagistas se dividem para que todos os atletas estejam acompanhados.
"Neste nível, os atletas precisam de acompanhamento porque se houver um problema o atendimento tem que ser rápido. A rapidez no atendimento pode significar a presença do atleta na competição", explica um dos gols da médico da delegação, Cristiano Laurino.

