"Em um mundo ideal, seria bom terminar a temporada com a Lotus nos dois GPs finais", disse Robertson ao site da revista Autosport e ao jornal finlandês Turun Sanomat. "No entanto, devido à dor severa que Kimi está tendo, infelizmente não é possível", completou.
De saída da Lotus, pois acertou a sua transferência para a Ferrari a partir da próxima temporada, Raikkonen tornou público os problemas com a equipe nas últimas semanas, ao reclamar dos atrasos salariais. Isso levou a rumores, inclusive, de que ele poderia boicotar as provas finais do campeonato da Fórmula 1.
Robertson, porém, esclareceu que o problema de Raikkonen é medico. E as dores nas costas atrapalharam o finlandês durante a atual temporada, tanto que o Raikkonen esteve sob risco de não participar do GP de Cingapura. Agora, ele será operado antes das provas na América para, inclusive, não atrapalhar o seu início de trabalho na Ferrari.
A Lotus ainda não se pronunciou sobre a situação de Raikkonen e nem apontou um substituto para o finlandês, em terceiro lugar no Mundial de Pilotos, para as provas nos Estados Unidos e no Brasil. O italiano Davide Valsecchi, campeão da GP2 no ano passado, é o reserva da equipe.

