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'Quanto mais, melhor', diz Torben Grael após ser superado por Rebeca em medalhas

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Chegou ao fim nos Jogos Olímpicos de Paris o "reinado" de Robert Scheidt e Torben Grael como os maiores medalhistas do Brasil. Afinal, Rebeca Andrade conquistou quatro em Paris e chegou a seis no total. A dupla do iatismo exaltou o feito da ginasta.

Scheidt e Torben marcaram época e colocaram cinco medalhas no peito, entre Los Angeles 1984 e Londres 2012. Hoje como técnicos da equipe da vela brasileira, ambos se pronunciaram sobre Rebeca.

"Para a gente, quanto mais atletas brasileiros alcançarem esses resultados, melhor. É sinal de que o esporte no Brasil está tendo bons resultados. A Rebeca fez dois excelentes Jogos Olímpicos, em Tóquio, e, especialmente aqui na França. Então, a gente pode estar só super feliz com esse resultado", afirmou Torben Grael.

Aos 51 anos, Robert Scheidt já havia gravado vídeo e até encontrado com Rebeca. Ao site do COB, voltou a reverenciar Rebeca.

"Ela fez história em Paris chegando a seis medalhas olímpicas. A gente está muito contente por esse sucesso todo dela. Acho que vai ser muito positivo, vai impactar a juventude brasileira. Acho que só incentiva as crianças a entrarem para a ginástica, para os esportes no geral. E ainda tem o Isaquias, que vai competir. Então, é continuar torcendo por ele e por todos os outros atletas brasileiros. Como o Torben falou, eu acho que quanto mais resultados positivos, melhor para o esporte brasileiro."

Torben, de 64 anos, subiu ao pódio com dois ouros (Atlanta 1996 e Atenas 2004), uma prata (Los Angeles 1984) e dois bronzes (Seul 1988 e Sydney 2000)

Já Scheidt tem dois ouros (Atlanta 1996 e Atenas 2004), duas pratas (Sydney 2000 e Pequim 2008) e um bronze (Londres 2012).

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