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MÔNACO (França), 25 (AG) - Um ano após o acidente aéreo na Colômbia, que matou 71 pessoas, a Chapecoense se reergueu e conquistou, no campo, vaga para a Libertadores de 2018, além do título catarinense de 2017. Esta emocionante retomada valeu indicação para os prêmios de Melhor Retorno do Ano e de Melhor Momento Esportivo do Ano, do Prêmio Laureus World Sports 2018, conhecido como o Oscar do esporte mundial e que terá a cerimônia de entrega dos troféus nesta terça-feira, em Mônaco.

O clube catarinense tem grandes chances de sair vitorioso, ao menos na categoria Melhor Momento, já que está subindo na votação popular que indicará o campeão. Os votos serão computados até a meia-noite de hoje, no site da Fundação Laureus (myLaureus.com). As outras sete categorias foram elaboradas com base em votação da mídia esportiva do mundo.

Para esta disputa, cinco momentos cativantes que vão além do placar foram selecionados por votação mundial online durante cinco meses. E os concorrentes da Chapecoense são: o The Iowa Hawkeyes e seus emocionantes torcedores da "Kinnick Wave" (o mais forte rival do time brasileiro); Bradley Lowery, o torcedor de futebol de seis anos e sua amizade especial com o atacante inglês Jermain Defoe; Kimi Räikkönen e seu fã de 6 anos Thomas Danel; e o inspirador piloto do automobilismo Billy Monger, de 18 anos.

Na premiação de Melhor Retorno do Ano, a Chapecoense representará o Brasil diante de cinco indicados, sendo três destacados após impressionantes retornos à forma após lesões: o tenista Roger Federer, o astro da MotoGP Valentino Rossi e o bicampeão mundial dos 100m com barreiras Sally Pearson.

A lista tem ainda o bicampeão mundial dos 100m Justin Gatlin, que venceu Usain Bolt no Mundial em Londres, na despedida do jamaicano, e o Barcelona FC, que saiu de um 4 a 0 em Paris para um 6 a 1, eliminando o Paris Saint-Germain das quartas de final da Liga dos Campeões.

O impressionante retorno de Federer depois de uma lesão no joelho culminou com o seu quinto torneio do Aberto da Austrália e o oitavo título de Wimbledon. Em 2017, ele chegou a 19 títulos de Grand Slams (a lista aumentou, porém, em 2018, novamente na Austrália). Por isso, também foi indicado na categoria Melhor Atleta Masculino do Ano.

Federer, que atualmente é vencedor de quatro Prêmios Laureus, pode se tornar o maior deles se vencer nesta terça-feira. Mas não terá vida fácil. Terá de superar este ano o espanhol Rafael Nadal, que em 2017 foi campeão de seis torneios da ATP, incluindo Roland Garros e o US Open. Nadal já venceu este prêmio em 2011.

E ainda Cristiano Ronaldo, que se tornou o maior artilheiro da liga espanhola e o primeiro jogador a alcançar a marca de 100 gols na Liga dos Campeões da Europa. À frente do Real Madrid, o português foi campeão da Liga dos Campeões e do Mundial de Clubes e eleito pela Fifa o melhor jogador de 2017.

A lista inclui os ingleses Mo Farah (campeão mundial dos 10.000m e vice dos 5.000m, em sua despedida das competições de pista), Chris Froome (apesar de ter sido flagrado em exame antidoping, o ciclista não perdeu o tetra do Tour de France e a primeira taça da Volta da Espanha) e Lewis Hamilton (tetracampeão da Fórmula-1). Eles tentam levar o prêmio à Inglaterra pela primeira vez.

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