SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Carmelo Anthony permaneceu quase um ano sem emprego na NBA. Um dos maiores cestinhas da história olímpica dos Estados Unidos e destaque de uma geração no basquete americano, o ala foi dispensado pelo Chicago Bulls em fevereiro, sem jogar.
Passou toda a pré-temporada, e o veterano seguia longe das quadras. Mas, bastou a primeira chance para o jogador de 35 anos se mostrar ainda útil na liga.
Em novembro, o Portland Trail-Blazers, que vem sofrendo na briga por um lugar nos playoffs da Conferência Oeste, decidiu abrir as portas para o ala que já foi idolatrado em Nova York.
Neste curto período de tempo, Anthony assumiu condição de titular -mesmo sem nem ter treinado direito com os novos companheiros-, ganhou um prêmio de melhor jogador da semana e garantiu seu salário até o fim da temporada. As médias estão longe do período de auge, mas são importantes para a equipe.
Por partida, Carmelo permanece 30 minutos em quadra e anota 16 pontos, além de apanhar seis rebotes. Por outro lado, seu aproveitamento nos arremessos tem sido de apenas 40%.
Ele tem volume de jogo, mas a eficiência não é a mesma daquela de outros tempos. Ainda assim, o veterano tenta aliviar, no ataque, a pressão sobre as estrelas Damian Lillard e C.J. McCollum, os dois que levaram os Blazers à final da Conferência Oeste na temporada passada.
A grande resposta sobre as condições reais de Carmelo veio no fim de novembro. Pouco tempo depois de ser contratado, o ala somou médias de 22,3 pontos, 7,7 rebotes e 2,7 assistências e foi fundamental para uma sequência de três vitórias de Portland em uma semana.
O reconhecimento veio no dia 2 de dezembro com o prêmio de grande destaque do Oeste naquele período. Foi a primeira indicação de "jogador da semana" de Carmelo Anthony em um período de cinco anos; a última vez ocorrera quando ainda vestia a camisa 7 do New York Knicks.
O detalhe é que, ao assinar com a franquia do Oregon, o veterano havia aceitado um contrato sem garantias: o Portland tinha uma cláusula que permitia a rescisão quando a diretoria bem entendesse, sem precisar pagar seu salário na íntegra. Já não é mais o caso.
Desde o retorno, Carmelo vem também alcançando marcas importantes e subindo na lista dos maiores cestinhas da história da NBA. O ex-Knicks e Denver Nuggets ultrapassou Alex English e agora figura como o 18º do ranking histórico.
Este início deixou o Trail-Blazers à vontade para assegurar um compromisso até o fim da temporada. De Portland, o ala vem recebendo elogios semana a semana e começa o ano em alta.
"A condição física dele está excelente e, imediatamente, sua classe em quadra é notada pelos números que apresentou no pouco tempo de equipe. O impacto dele no jogo e no rendimento da equipe também têm sido notáveis", afirmou o técnico Terry Stotts, pouco depois de renovar com Carmelo.
Passou toda a pré-temporada, e o veterano seguia longe das quadras. Mas, bastou a primeira chance para o jogador de 35 anos se mostrar ainda útil na liga.
Em novembro, o Portland Trail-Blazers, que vem sofrendo na briga por um lugar nos playoffs da Conferência Oeste, decidiu abrir as portas para o ala que já foi idolatrado em Nova York.
Neste curto período de tempo, Anthony assumiu condição de titular -mesmo sem nem ter treinado direito com os novos companheiros-, ganhou um prêmio de melhor jogador da semana e garantiu seu salário até o fim da temporada. As médias estão longe do período de auge, mas são importantes para a equipe.
Por partida, Carmelo permanece 30 minutos em quadra e anota 16 pontos, além de apanhar seis rebotes. Por outro lado, seu aproveitamento nos arremessos tem sido de apenas 40%.
Ele tem volume de jogo, mas a eficiência não é a mesma daquela de outros tempos. Ainda assim, o veterano tenta aliviar, no ataque, a pressão sobre as estrelas Damian Lillard e C.J. McCollum, os dois que levaram os Blazers à final da Conferência Oeste na temporada passada.
A grande resposta sobre as condições reais de Carmelo veio no fim de novembro. Pouco tempo depois de ser contratado, o ala somou médias de 22,3 pontos, 7,7 rebotes e 2,7 assistências e foi fundamental para uma sequência de três vitórias de Portland em uma semana.
O reconhecimento veio no dia 2 de dezembro com o prêmio de grande destaque do Oeste naquele período. Foi a primeira indicação de "jogador da semana" de Carmelo Anthony em um período de cinco anos; a última vez ocorrera quando ainda vestia a camisa 7 do New York Knicks.
O detalhe é que, ao assinar com a franquia do Oregon, o veterano havia aceitado um contrato sem garantias: o Portland tinha uma cláusula que permitia a rescisão quando a diretoria bem entendesse, sem precisar pagar seu salário na íntegra. Já não é mais o caso.
Desde o retorno, Carmelo vem também alcançando marcas importantes e subindo na lista dos maiores cestinhas da história da NBA. O ex-Knicks e Denver Nuggets ultrapassou Alex English e agora figura como o 18º do ranking histórico.
Este início deixou o Trail-Blazers à vontade para assegurar um compromisso até o fim da temporada. De Portland, o ala vem recebendo elogios semana a semana e começa o ano em alta.
"A condição física dele está excelente e, imediatamente, sua classe em quadra é notada pelos números que apresentou no pouco tempo de equipe. O impacto dele no jogo e no rendimento da equipe também têm sido notáveis", afirmou o técnico Terry Stotts, pouco depois de renovar com Carmelo.
