Ney Franco revelou que teve uma rápida conversa com o presidente Juvenal Juvêncio na última quinta-feira - o presidente visitou obras no CT - e ouviu apenas palavras de incentivo.
"Estou seguro. Tivemos um encontro e continuo à frente do São Paulo. Vamos continuar e seguir o barco", explicou o treinador. Apesar de querer demonstrar segurança, as primeiras respostas aos jornalistas foram lacônicas e demonstraram desconforto em ter que falar mais uma vez sobre a pressão.
Para o técnico, as críticas foram exageradas pelo fato do time ter somado pontos em todas as rodadas até a derrota e ter feito, na sua visão, boas apresentações. Ele admite que o clima voltará a ser tranquilo se a equipe superar o Grêmio e chegar na pausa da Copa das Confederações entre os primeiros colocados - nesse momento, o time está em terceiro lugar.
"As manifestações são normais, já vi a torcida reclamar de jogador e da diretoria, não existe outra solução que não seja entrar em campo e vencer. Esperamos entrar em campo, vencer e afastar essa turbulência".

