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Na terceira divisão, Messi defende seleção de base da França

Na terceira divisão, Messi defende seleção de base da França
Na terceira divisão, Messi defende seleção de base da França

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Messi, Lionel, o Messi que todos conhecemos, continua na ativa, defendendo o Inter Miami (EUA) e a seleção da Argentina.

Está com 36 anos e prossegue atuando em altíssimo nível. Nos oito jogos mais recentes pelo time da Flórida, marcou nove gols. Na carreira, por clubes e pela seleção, são 830, sem contar os feitos em partidas amistosas.

É possível, provável até, que o melhor jogador que a Argentina já teve (superior até a Maradona, cravei depois da Copa do Mundo de 2022) pendure as chuteiras em 2026, depois do Mundial que será nos EUA, no México e no Canadá.

Seu contrato com o Inter Miami vai até o final de 2025. Depois, imagino que ele acerte um contrato curto, de seis meses, com o Newell’s Old Boys, de sua cidade natal, Rosario, onde começou a carreira, e tente o bi da Copa do Mundo antes de parar, aos 39 anos.

Certamente o futebol ficará mais triste sem Messi. Sem esse Messi, Lionel.

Pois espera-se que um outro Messi mantenha o famoso sobrenome em evidência no mundo da bola.

Sem parentesco com Lionel, esse Messi, Rayane, é francês.

Está com 16 anos, atua pelo Dijon, da terceira divisão da França, usando a camisa 36 (coincidentemente a idade do "xará" argentino), e veste também o uniforme da seleção sub-17 de seu país.

Porém, afora o sobrenome e a posição em campo (atacante), Rayane não tem nada em comum com Lionel.

Vinte anos mais novo, o jogador nascido em Sèvres é destro, negro e "grandalhão" (1,87 m). O supercraque argentino é canhoto, branco e "baixinho" (1,70 m).

O Messi francês estreou pelo time principal do Dijon no dia 5 de abril deste ano, em derrota para o Versailles por 2 a 0.

Em sua segunda partida, uma semana depois, voltou a sair do banco de reservas para marcar seu primeiro gol, aos 41 minutos do segundo tempo, o da vitória por 1 a 0 sobre o Orléans no estádio Gaston Gérard, onde sua equipe manda os jogos.

Pela seleção sub-17 francesa, Rayane joga desde o ano passado.

Estreou no dia 15 de novembro, contra a Estônia, com a camisa 7 (usada "desde sempre" pelo português Cristiano Ronaldo, grande rival de Lionel em premiações individuais neste século) e já balançou as redes, uma vez, na goleada por 4 a 0.

Seu melhor jogo aconteceu no dia 26 de março último. Dessa vez com a camisa 9, fez os dois gols no 2 a 1 diante da Inglaterra sub-17, em um clássico europeu.

Pela seleção de base francesa, Rayane atuou em seis confrontos, sempre pelo classificatório para a Eurocopa sub-17, com quatro gols marcados.

Nesse cenário de artilharia, ele supera Lionel duas vezes na precocidade, já que o argentino só foi fazer seu primeiro gol, tanto pelo time principal do Barcelona como por uma seleção de base de seu país (no caso, a sub-20), com 17 anos.

Ajudado pelo sobrenome –apesar de existirem centenas de Messis pelo mundo, não é todo dia que aparece um bom de bola por aí–, Rayane vem despertando a cobiça de clubes de mais nome que o Dijon, que tem chances remotas de subir de divisão neste ano.

O jornal português A Bola, de reconhecida fama no esporte, publicou que três clubes na elite francesa (Olympique de Marselha, Lille e Strasbourg) e dois da primeira divisão da Alemanha (Borussia Dortmund, semifinalista da Champions League, e Leipzig) querem o atacante.

O site Bavarian Football Works vai além, afirmando que o principal clube da Alemanha, o Bayern de Munique (outro semifinalista da Champions), vislumbra contar com a promessa francesa de ascendência camaronesa.

O contrato de Rayane Messi Tanfouri (eis o nome completo do personagem) com o Dijon expira na metade de 2025.

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