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Libertadores: Cícero brilha, e Grêmio vence o Lanús na primeira partida da final

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Libertadores: Cícero brilha, e Grêmio vence o Lanús na primeira partida da final
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Demorou, mas o Grêmio furou a retranca do Lanús e saiu em vantagem no jogo de ida da final da Libertadores. Nesta quarta-feira, em jogo nervoso, com poucas jogadas de perigo, na Arena do Grêmio, a estrela que mais brilhou foi a de Cícero, que entrou no segundo tempo e, aos 37 minutos, fez o gol da vitória por 1 a 0. Com o resultado, o time de Renato Gaúcho joga pelo empate quarta-feira que vem, na Argentina.

Os dois goleiros viveram um primeiro tempo distinto. Se o anfitrião Marcelo Grohe brilhou em duas oportunidades, Andrada quase entregou o ouro em dois lances. O primeiro deles foi aos 26, mas Ramiro não conseguiu o chute. Aos 44, o goleiro argentino tentou sair jogando, a bola sobrou para Arthur, mas o chute saiu fraco.

Fora os 'presentes' de Andrada, o Grêmio praticamente não ameaçou o gol adversário na primeira etapa. E só não levou gols porque Marcelo Grohe estava inspirado. Aos 33, o goleiro se esticou para espalmar chute de Martínes. Cinco minutos depois, veio o milagre: Velázquez cabeceou para baixo após escanteio, e o goleiro mostrou reflexo absurdo. Defesa de cinema.

Aos 40, o zagueiro Kannemann se envolveu em confusão com García e os dois levaram amarelos. Com o cartão, o beque gremista desfaca o time no jogo da volta.

Provavelmente, Renato Gaúcho deu uma chacoalhada no Grêmio no intervalo. E a equipe voltou com mais atitude ofensiva. Cortez, aos 11, obrigou Andrada a fazer bela defesa, em chute de fora da área.

O Grêmio tinha maior posse de bola, mas faltava contundência. Até que, aos 37, Cícero, que entrara 11 minutos antes, no lugar de Jailson, garantiu a vitória. Edilson lançou na área, Jael desviou de cabeça, e o volante não perdoou.

Aos 50, os anfitriões foram ao desespero porque o árbitro ignorou um pênalti claro em Jael. De nada adiantou o cerco a Julio Bascuñan.

 

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