Segundo as informações disponibilizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o preço mais alto de venda foi de R$ 126/MWh das usinas Capão do Inglês e Coxilha Seca. Já o valor mais baixo da concorrência foi de R$ 118/MWh da usina Ventos de Guarás I. Os empreendedores de térmicas a biomassa, usinas fotovoltaicas e Pequenas Centrais Hidrelétricas não venderam energia na licitação. Dos projetos contratados, 19 são do Rio Grande do Sul, oito no Piauí, quatro na Bahia, quatro no Ceará e quatro em Pernambuco.
O projeto que negociou o maior volume de energia foi a usina Ventos de Guarás I, que vendeu 15,5 MW médios no leilão. A usina que obteve a maior receita fixa foi a Ventos de Santo Augusto IV, que vendeu 15,4 MW médios a um preço de R$ 125,37/MWh, gerando uma receita fixa anual de R$ 17,670 milhões.
No lado dos compradores, 28 concessionárias contrataram energia no leilão A-3. A Copel Distribuição foi a que contratou o maior de volume de energia, 6,128 milhões de MWh. A segunda maior compradora foi a Celg, com 5,616 milhões de MWh, seguida pela Cemat, que adquiriu 4,934 milhões de MWh. Os contratos de eólica terão duração de 20 anos, com início de fornecimento em 2016.

