"Já havíamos dito que o Fluminense só contrataria jogadores se houvesse necessidade, e foi o que aconteceu. Na verdade, por dois motivos: a convocação do Cavalieri, que o deixará de fora por três a quatro jogos em 14 partidas (restantes) pelo Brasileiro e da mesma situação em relação ao Marcos Felipe, que defenderá a seleção sub-17 no Mundial", disse o diretor executivo Rodrigo Caetano.
O próprio dirigente ainda explicou os motivos que levaram a optar por Felipe. "Fomos ao mercado e vimos que o Felipe tem qualidade e escola, pois foi formado no Santos, além de ter apenas 25 anos e poder crescer no Fluminense. Com as ausências dos goleiros Cavalieri e Marcos Felipe, teremos Klever e Felipe para disputar boa parte do Brasileiro", afirmou.
Revelado pelo Santos, Felipe chegou a ser titular do time paulista, mas após algumas falhas acabou sendo substituído por Rafael, que se firmou. O goleiro, então, foi negociado com o Avaí em 2011, chegando ao Náutico na temporada passada. Ele até teve algumas chances, mas vinha sendo a terceira opção da equipe, atrás de Ricardo Berna e Gideão.
Agora no Fluminense, Felipe espera uma nova chance de mostrar seu valor. "É uma oportunidade excelente jogar pelo Fluminense. Estou muito feliz. Fui bem recebido pelo grupo e será uma honra trabalhar com Cavalieri, com quem já tive oportunidade de trabalhar pela seleção brasileira pré-olímpica", disse.

