Flamengo e Maracanã S.A. não revelaram os termos do contrato, alegaram "confidencialidade". Mas o presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, deixou claro: "O torcedor pode comprar qualquer dependência do estádio que com certeza será bom para o Flamengo e para o consórcio, também". A porcentagem da divisão, entretanto, não foi revelada. No contrato com o Flu, somente o consórcio vai lucrar com a venda dos 30.870 lugares de camarotes, assentos corporativos e a arquibancada das laterais do campo.
Até o fim do ano, Flamengo e Maracanã S.A. vão continuar discutindo o contrato mais longo. O clube resiste em assinar por 35 anos. "Este acordo foi feito de maneira muito bem pensada, levando-se em conta a força do Flamengo e seu enorme potencial de geração de receitas", disse Bandeira de Mello. "Até o final do ano, vamos avaliar os resultados financeiros e técnicos obtidos com os jogos no Maracanã para decidir sobre um possível futuro contrato".
O clube informou que está mantido o acordo firmado esta semana com o governo do Distrito Federal para a disputa de seis partidas no Mané Garrincha, em Brasília. No domingo, Vasco e Flamengo disputam o clássico no estádio, às 18h30. O dirigente do rubro-negro lembrou que, na semana passada, o clube teve mais de R$ 2,5 milhões de renda no empate com o Coritiba, por 2 a 2.
