"Eu disse após a tragédia que aquele era um dia negro para o futebol. Ainda estou muito chocado com o que aconteceu. Muitas destas vítimas eram muito jovens. Eles davam apoios cruciais para suas famílias, que agora precisam de ajuda. A comunidade do futebol, incluindo a Fifa, deve ajudar estes irmãos e irmãs egípcios", declarou o presidente da Fifa, Joseph Blatter.
A briga da última quarta-feira começou quando torcedores do Al Masry invadiram o campo após uma surpreendente vitória por 3 a 1 sobre o Al Ahly. A torcida do Al Masry, armada com facas, paus e pedras, perseguiu jogadores e torcedores rivais, que correram no sentido das saídas e até das arquibancadas para escapar, segundo testemunhas.
A tragédia causou comoção geral no Egito. Três jogadores do Al Ahly, que foram atacados, anunciaram o fim da carreira no futebol. Mohammed Abu Trika, Emad Moteab e Mohamed Barakat disseram não ter mais clima para continuar jogando.

