As demais entidades que se manifestaram são as Federações do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), os Sindicatos das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) e de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A elevação poderá ser de 20% para imóveis residenciais e de 35% para os comerciais, além de possíveis aumentos residuais nos próximos anos (2015 e 2016).
De acordo com as entidades, cerca de 45% dos contribuintes paulistanos serão atingidos pelo aumento máximo previsto para o IPTU em 2014. Elas também refutam a afirmação da crescente valorização imobiliária na capital paulsita e reforçam que a inflação prevista é de 6% ao ano, balizadora dos índices oficiais de correção, que seriam inferiores ao que será aplicado no IPTU.
Na opinião dos signatários, isso "cria verdadeira disparidade econômica para a população, pois sua renda não cresceu na mesma proporção do valor do imóvel no qual residem", levando o contribuinte a pagar o imposto com a renda e não de acordo com o patrimônio, o que seria uma distorção na visão deles. A mesma coisa também ocorreria com os comerciantes.



