A verdade é que Djokovic teve dificuldade no primeiro set, no qual Isner disparou nove dos 12 aces que conseguiu na partida e impediu que o sérvio quebrasse seu serviço. No tie-break, o norte-americano, cabeça de chave número 13, seguiu firme no saque e conseguiu a vantagem necessária para fechar.
Daí em diante, no entanto, a partida mudou. Isner já não conseguia manter a consistência no saque. Pelo contrário, agora era Djokovic que disparava aces a todo momento - foram nove nos últimos dois sets, 11 no total. Com um serviço firme e mais qualidade técnica, o sérvio arrancou para a virada.
Nas quartas de final, Djokovic terá pela frente outro cabeça de chave, o suíço Stanislas Wawrinka, sétimo favorito, que derrotou Nicolas Almagro. Apesar da expectativa de maior dificuldade para o sérvio, Wawrinka é um velho freguês do número 2 do mundo, tendo perdido 13 das 15 partidas já disputadas entre eles.



