A defesa de João Diogo, atacante do Botafogo-SP, criticou o inquérito da Polícia Civil que investigou o jogador e mais dois atletas do time, o argentino Lucas Delgado e Dudu Hatamoto, por estupro contra uma amazonense. O crime ocorreu no dia 26 de setembro, em um hotel no Rio de Janeiro.
Em nota, os advogados de Diogo alegaram que não cabia ao delegado do 4º DP indiciar os atletas, e que isso seria tarefa do Ministério Público. A Polícia Civil do Rio de Janeiro rebateu e informou que "o inquérito foi relatado pela 4ª DP (Praça da República) e encaminhado ao Ministério Público. Agora, os acusados têm o direito de se defender na Justiça".
No inquérito, os atletas foram indiciados por crimes diferentes. Dudu responderá por estupro, Lucas por dissimulação e João Diogo deve responder por injúria e por importunação sexual.



