O treinador mostrou firmeza em suas respostas e não quis deixar transparecer a pressão sobre o seu trabalho - o time ganhou um jogo, perdeu outro e empatou oito em 2013. Ele disse que não mudará a forma de a equipe jogar e acredita que seus comandados darão uma demonstração de força em Fortaleza.
"Nos preparamos para ganhar de qualquer rival que enfrentamos, o Brasil não é exceção. Temos as mesmas chances que antes (do jogo contra a Itália), é algo que depende de nós mesmos e acreditamos que podemos fazer isso", explicou o comandante, em entrevista coletiva.
De la Torre reconhece no entanto que a equipe não vem conseguindo produzir bem neste ano e crê que a explicação seja a falta de confiança que os maus resultados acarretaram. "Isso é pior do que estar nervoso porque custa um pouco mais para retomar, precisa-se tempo. Mas reconquistar isso é algo sempre oportuno; sabemos que deixamos de fazer algumas coisas contra a Itália e precisamos rever isso contra o Brasil", explicou, sem dizer se faria ou não mudanças na equipe. "Meus jogadores são os primeiros a saber, trato disso com eles".
Perguntado por um repórter mexicano sobre o que pretende fazer para surpreender os brasileiros, De La Torre foi sarcástico. "Espere amanhã (quarta) e você vai ver".

