A gestão interina do Corinthians, liderada por Osmar Stabile, conseguiu evitar o pagamento de quase R$ 30 milhões ao grupo RF Segurança e Serviços.
Os aditivos contratuais, firmados de forma irregular pelo presidente afastado Augusto Melo pouco antes de sua saída, prorrogavam os contratos até 2030, com aumento de valores e multas pesadas.
Após resistência do clube, a RF abriu mão dos aditivos em troca do pagamento de apenas uma multa prevista no contrato original. Com isso, o Corinthians pagará cerca de R$ 1 milhão, encerrando o impasse.
Paralelamente, Augusto Melo e seu aliado Peterson Aiello sofreram novas derrotas na Justiça.



