O Corinthians avalia trocar os naming rights da Neo Química Arena, hoje sob contrato com a Hypera Pharma até 2040, por entender que o valor de R$ 300 milhões está defasado. A partir de setembro, a multa rescisória do vínculo cai para R$ 50,7 milhões, o que facilita uma possível rescisão.
Segundo o presidente Osmar Stabile, já há três empresas interessadas, e o clube pretende abrir um processo competitivo semelhante ao que usou para negociar o estacionamento da Arena. A Hypera, atual parceira, também deve participar.
A diretoria ainda considera um pacote de venda conjunta, envolvendo o naming rights e o patrocínio máster da camisa, hoje com a Esportes da Sorte. Nesse caso, a nova empresa teria de assumir compromissos financeiros já firmados, como parte do salário de Memphis Depay.
O clube deve definir até o fim do ano qual proposta será escolhida. Stabile afirmou que a prioridade é garantir um contrato mais lucrativo e seguro, evitando problemas como os ocorridos em parcerias passadas.



