SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Na manhã desta terça-feira (10), o Manchester City confirmou que chegou a um acordo com o Borussia Dormund pela transferência do atacante Erling Haaland. Apesar de 'perder' o grande nome do time, o CEO do clube alemão, Joachim Watzke, minimizou o impacto da saída do jogador norueguês.
"Jogamos futebol há 113 anos e, por 111 anos, jogamos sem Erling Haaland. Depois que Lewandowski saiu, veio Aubameyang, depois Erling (...) encontraremos um ótimo substituto para ele", disse em entrevista à CNN.
Watzke também mencionou que quando um jogador se destaca eles acabam tendo que "lutar contra os grandes clubes, com os oligarcas e com os estados árabes por trás deles".
"Não podemos vencer essa luta, mas podemos vencer o embate por um jogador de 18 anos, como Jude Bellingham, porque esse jogador adora jogar no Borussia Dortmund, já que sempre temos 80 mil espectadores, é um ambiente muito bom. Essa é a nossa maneira e está tudo bem", comentou.
Além disso, Joachim destacou que nem sempre é possível fazer bons negócios, mas que isso faz parte do futebol.
"É normal no futebol que os jogadores venham e vão, se ele quiser sair, tudo bem. Quando vendemos Ousmane Dembélé para o Barcelona depois de um curto período, foi um ótimo acordo. Mas quando Robert Lewandowski nos deixou sem pagar a transferência, não foi um bom negócio, mas isso é futebol", finalizou.



Aviso