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Após maratona na estrada, Enderson inicia reuniões por reforços no Cruzeiro

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BELO HORIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) - Depois de uma longa viagem de carro, partindo de Fortaleza e que durou quase dois dias, Enderson Moreira finalmente chegou a Belo Horizonte para iniciar uma nova era no Cruzeiro. Agora, o novo comandante da Raposa irá iniciar a semana com uma reunião sobre reforços e importantes decisões a fazer: avaliar quais são as carências do elenco e começar a busca por pelo menos três alvos. Para evitar a infecção pelo coronavírus no aeroportos do Brasil, Enderson optou por vir a Belo Horizonte de carro. Junto com ele, vieram o auxiliar Luís Fernando Flores, o preparador físico Edy Carlos e preparador de goleiros Aílton Serafim. Eles se revezaram em dois carros desde a manhã da última sexta-feira (20), pisando em solo belo-horizontino na noite do último sábado (21). Somando com a parada para pernoite, o quarteto levou mais de 40 horas para terminar a viagem. Também por causa da pandemia do coronavírus, a reunião será feita por videoconferência, com todos os integrantes isolados em seus respectivos locais. Participarão do encontro, o novo diretor de futebol, Ricardo Drubscky, o interlocutor do núcleo gestor, Carlos Ferreira e o auxiliar fixo Célio Lúcio, além de Enderson e Luís Fernando Flores, seu auxiliar. O novo técnico terá autonomia para analisar o mercado e escolher os nomes para a diretoria buscar a contratação. Pelo menos três setores são vistos como principais carências: lateral esquerda, meio-campo (armador) e atacante velocista. Ainda com Ocimar Bolicenho sob o comando do departamento de futebol, o Cruzeiro trouxe dez reforços para este início de ano: os zagueiros Marllon e Ramon, o lateral-esquerdo João Lucas, os volantes Filipe Machado e Jean, o meia Everton Felipe e os atacantes Roberson, Angulo, Jhonata Robert e Marcelo Moreno. Apesar de todos terem recebido o aval de Adilson Batista, o antigo treinador teve poucas oportunidades de escalar alguns deles, sendo que Angulo sequer jogou com o técnico. Apesar disso, aqueles que tiveram mais oportunidades dentro de campo não conseguiram mostrar um futebol convincente, o que também colaborou para a saída do comandante antes da paralisação no calendário do futebol.

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