O advogado de Robinho, Mário Rossi Vale, entrou com um pedido na Justiça para tentar amenizar a pena do ex-jogador, preso por participar do estupro coletivo de uma jovem na Itália.
Conforme o documento, a defesa alega que pela legislação brasileira, o crime cometido não é considerado hediondo no país e sim um “crime comum”.
De acordo com o argumento de Mário, o caso de Robinho se enquadra no artigo 217-A, do Código Penal Brasileiro, que deixou de ser hediondo em 2019, mas juristas discordam da alegação e garantem que estupro continua sendo hediondo e tem um regime diferenciado de cumprimento de pena.
Com a estratégia, a intenção da defesa de Robinho é buscar uma redução da pena para conseguir libertá-lo por meio da mudança do regime.



