O mercado de trabalho mudou. O modelo de décadas atrás, quando o sistema dentro das empresas seguia a regra “um manda e os outros obedecem”, mudou bastante. Atualmente, inteligência emocional e habilidades de integrar, mobilizar e motivar pessoas, estimulando a formação de equipes que atuem em sintonia, é o que alcança os melhores resultados. O assunto foi abordado durante o II Fórum Amazônico de Coaching, que iniciou nesta quarta-feira (22), no Teatro Direcional.
“Liderança é mais do que uma teoria, mais do que um conceito. É o conjunto de comportamentos assertivos em ação que gera um impacto positivo nas pessoas”, destacou a psicóloga e master coach Cintia Lima, especialista em desenvolvimento humano que atua há 20 anos nesse seguimento. Segundo ela, um líder de alto impacto deixa uma história, um legado de bons exemplos na vida das pessoas. Este é o líder que o mercado procura.
“Esse tipo de líder consegue identificar possibilidade e desenvolver potencialidades nos colaboradores. Essa liderança identifica talentos, o nível de maturidade das pessoas e consegue ter um estilo de comportamento de acordo com essa maturidade. A liderança de alto impacto age de maneira situacional, olhando essas dificuldade e o perfil individual”, explicou.
Na prática o gestor que tem habilidades de liderança consegue ensinar, identificar se a equipe está vencendo os desafios ou se há alguma disfunção, faz as intervenções necessárias para que todos alcancem resultados satisfatórios normatizando a maneira de agir em busca do auto desempenho do coletivo.
“O gestor que é líder em seus comportamentos, ações e percepções ele faz o que os grandes líderes fazem. Se ele faz aquilo que os líderes fazem ele tem aquilo que os liderem tem que é a autoridade, poder pessoal. Logo ele influencia pelo poder pessoal e não pelo cargo ou função”, disse.

