"Não à toa, o Brasil cresceu 0,6% na média anual nos últimos dez anos", disse o presidente da Fiesp.
Josué observou que os juros no Brasil são maiores do que os de competidores e que as políticas industriais, sozinhas, não são suficientes para compensar os desajustes macroeconômicos relacionados a juros, câmbio e sistema tributário. Nesse sentido, ele defendeu a aprovação da reforma tributária.
Ao apontar durante o evento do Dia da Indústria na sede da Fiesp que a Selic está em patamar "absolutamente injustificável", Josué disse que a Fiesp tem estudos com os caminhos para o Brasil alcançar uma taxa de juros compatível com as atividades produtivas.
