Segundo Martha, o fato de esperar que haverá bom nível de concorrência no certame deve gerar um ágio "interessante", embora possa ser menor em termos relativos do que os registrados nos três primeiros aeroportos, no início de 2012.
Ela lembrou que o governo espera preço mínimo de R$ 4,8 bilhões para o aeroporto do Galeão e de R$ 1,1 bilhão para Confins. "O preço mínimo é um valor que nós acreditamos que é razoável pelos ativos oferecidos", comentou.
Galeão atingiu no ano passado 17,5 milhões de passageiros mas é esperado que para o final da concessão de 25 anos chegará a 60 milhões, ao passo que em Confins, que teve 10,4 milhões em 2012, a expectativa é que em 30 anos chegará a 43 milhões de passageiros. O governo espera que os investimentos no aeroporto do Rio pelo agente privado atingirão R$ 5,6 bilhões no período. Já para Confins a previsão é R$ 3,5 bilhões.
Segundo a secretária, pelo menos seis empresas já manifestaram interesse em participar do leilão. Ela destacou que há informações de que as operadoras dos aeroportos de Frankfurt, Paris, Houston e Cingapura estariam entre eles.



