O resultado dos preços livres veio dentro do intervalo das expectativas colhidas pelo AE Projeções, de aumento de 0,67% a 0,71%, o que gerou mediana de 0,71%. Vale lembrar que o grupo Alimentação, o de maior número de itens no IPCA e que apresentou alta de 1,03% em outubro, ante 0,14% em setembro, é também intensivo em produtos cujos preços são formados pela lei da oferta e da demanda, ou seja, preços livres.
Quanto aos preços administrados, a Rosenberg informou que houve suave desaceleração, com a taxa passando de 0,16% em setembro para 0,14% no mês passado. A taxa veio abaixo do piso das previsões do AE Projeções, de inflação de 0,17%. O teto apontava para elevação de 0,33%. Já a mediana atingiu 0,21%.



