Kazaks diz que ainda "há risco de alguma instabilidade financeira", mas considera que "por enquanto, tudo bem na Europa". O mercado de trabalho, além disso, está "muito mais forte do que o esperado", e nesse contexto é preciso subir mais os juros para conter a inflação.
O dirigente inclusive disse que não descarta inclusive alta de 50 pontos-base, mas também acrescentou que "em algum momento é preciso começar a desacelerar" e mesmo eventualmente fazer uma pausa no aperto.
Para Kazaks, de qualquer modo, "ainda não há motivo para desacelerar" o ritmo do aperto no contexto atual, insistindo na inflação que "segue muito elevada".
Ele avaliou que houve melhora no índice cheio, mas acrescentou que a força do núcleo "segue persistente".

