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Ribeirão Preto estuda flexibilizar abertura do comércio a partir da próxima semana

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RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) estuda flexibilizar as restrições de isolamento social impostas devido à pandemia do novo coronavírus e permitir a reabertura de alguns estabelecimentos comerciais a partir da próxima semana. O decreto do prefeito Duarte Nogueira (PSDB) estabelece a suspensão de atividades não essenciais até a próxima quarta-feira (22). Em entrevistas nesta quarta (15), o prefeito afirmou que tem feito reuniões com autoridades de saúde e entidades de classe sobre a possibilidade de reabrir alguns setores de forma gradual. Na terça (14), associações ligadas aos setores de comércio e serviços –principais pilares econômicos da cidade– fizeram reunião por videoconferência com o prefeito e o secretário da Saúde, Sandro Scarpelini. A Acirp (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto) apresentou sugestões à prefeitura e, conforme empresários que participaram da discussão, o governo informou que o cenário da doença na cidade permite prever a reabertura de forma gradativa de alguns tipos de estabelecimentos comerciais. A cidade tem 189 casos confirmados da Covid-19, segundo o departamento de vigilância em saúde, com cinco mortes. A última, de um homem de 87 anos que tinha doenças cardiovascular e neurológica crônicas, foi registrada na segunda-feira (13). Por meio de sua assessoria, o presidente da Acirp, Dorival Balbino, afirmou que há um "clima de ansiedade" no empresariado, já que há sérias dificuldades para que algumas empresas mantenham seus negócios. Além da Acirp, a reabertura do comércio foi defendida na reunião pelo Sincovarp (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto) e pela CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas). As duas entidades pediram a reabertura imediata de empresas como lojas de tecidos, confecções, aviamentos, perfumaria, higiene pessoal, papelaria e escritórios de contabilidade e de advocacia. Nogueira afirmou que as reuniões ocorrerão até o final desta semana, mas descartou, por ora, a reabertura de locais como igrejas, cinemas e escolas.

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