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Redução do prazo do Repetro vai custar milhares de empregos

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RIO- A aprovação pelo Senado Federal nesta terça-feira da medida |provisória do Repetro, que reduz o prazo de vigência de 2040 para 2022, preocupa a indústria petrolífera, cuja atividade é de longo prazo. A vigência atual do Repetro - regime tributário especial para o setor de óleo e gás - vence em 2019 e é um das questões fundamentais para o setor definir seus investimentos futuros no país.

O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Combustíveis (IBP) alerta que sem a prorrogação do Repetro por mais 20 anos, milhares de empregos podem ser perdidos. Segundo o IBP, estudo da consultoria internacional WoodMackenzie mostra que, sem a extensão do Repetro por 20 anos, "249 mil empregos podem ser perdidos na cadeia de óleo e gás, adicionado a uma perda de arrecadação de R$ 363 bilhões em tributo e participações governamentais."

Em nota, o IBP afirma que defende a prorrogação do Repetro por 20 anos, "período compatível com o desenvolvimento dos projetos de óleo e gás, que são tipicamente de longo prazo". O IBP destaca que a indústria de petróleo precisa de estabilidade e segurança jurídica e fiscal para planejar seus investimentos.

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