Entre as atividades, as principais influências negativas foram de produtos alimentícios (-7,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,2%). Houve perdas relevantes ainda em produtos de borracha e de material plástico (-6,6%), bebidas (-6,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-10,1%), outros produtos químicos (-3,4%), indústrias extrativas (-1,6%), produtos do fumo (-23,3%), móveis (-12,9%) e produtos de metal (-3,4%).
Na direção oposta, entre as 12 atividades em crescimento, os destaques foram máquinas e equipamentos (23,7%) e metalurgia (20,0%), mas também mostraram impactos significativos os setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (3,6%), produtos de minerais não-metálicos (5,6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (8,5%), impressão e reprodução de gravações (39,1%), couro, artigos para viagem e calçados (8,5%), produtos de madeira (9,8%) e outros equipamentos de transporte (13,7%).
O índice de difusão, que mostra a proporção de produtos com avanço na produção em relação ao mesmo mês do ano anterior, desacelerou de 54,7% em julho para 52,8% em agosto. Apesar do arrefecimento, o índice de difusão permanece pelo 12º mês seguido acima de 50%.
"Tem se observado que esse porcentual tem sido cada vez menor, cada vez mais próximo de 50%", acrescentou Macedo.

