No relatório, foram reduzidas as previsões de arrecadação em praticamente todos os tributos. O governo manteve a projeção de receitas com concessão em R$ 23,912 bilhões e com dividendos, em R$ 22,020 bilhões. Mas ampliou de R$ 16,324 bilhões para R$ 20,299 bilhões a estimativa de arrecadação com o salário-educação.
Do lado das despesas, os maiores aumentos nas previsões de gastos ocorreram no pagamento de benefícios previdenciários e com as transferências para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O governo ampliou de R$ 349,776 bilhões para R$ 355,580 bilhões a previsão de gastos com o INSS. Para a CDE, o valor pulou de R$ 1,968 bilhão para R$ 6,368 bilhões. Os gastos com abono e seguro-desemprego foram ampliados em R$ 1 bilhão, para R$ 42,812 bilhões.
O Ministério do Planejamento também ampliou a previsão de déficit da Previdência este ano de R$ 36,210 bilhões para R$ 41,106 bilhões.
PIB
O Planejamento manteve a previsão de crescimento do PIB para 2013 em 2,5% e do IPCA, em 5,7%. "A estimativa de inflação é compatível com a meta perseguida pela política monetária e com a trajetória para este índice observada até o momento", diz o relatório.
A previsão para IGP-DI foi ampliada de 4,79% para 5,79%. A estimativa de taxa média de câmbio para 2013 passou de R$ 2,09 para R$ 2,14. A previsão de crescimento da massa salarial nominal este ano passou de 11,27% para 11,43%.

