O comentário, parte do processo de audiência pública, criticava o fato de o edital determinar que a ANP seja a substituta da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Foi apontada incongruência no fato de a ANP poder ser ao mesmo tempo reguladora e consorciada. A PPSA é a estatal que vai gerir os contratos de partilha, foi criada em 2010, mas ainda não saiu do papel.
Segundo o ministério, a posição oficial do Planejamento "é de concordância com os termos do edital da 1ª Licitação do Pré-Sal" e a contribuição encaminhada para o email [email protected] não expressa a posição da instituição.
"A assinatura do Ministério do Planejamento foi indevidamente atribuída ao órgão e está sendo retirada formalmente desta manifestação", disse, em nota.



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